sexta-feira, 11 de março de 2011

    
                                somebodytolov:

Infinito… Em que é que pensamos quando ouvimos esta palavra? Em números enormes, incalculáveis, números que nunca mais acabaríamos de contar…? Um céu imenso, sem nunca mais acabar…? Cada um de nós pensará certamente uma coisa diferente, precisamente porque o conceito do infinito não tem por base nenhuma experiência sensível. 
”Só um amor grande entende os limites que não pode ter para ser grande.(…) É mais do que ave a voar ao longe. É mais do que o mar imenso (…). Razão de que me serve o teu socorro? Há lugares onde se entra e nunca mais se sai. Como se fossem perenidade. Como se o livro de cada um aí se lesse num só olhar”

Infinito… Em que é que pensamos quando ouvimos esta palavra? Em números enormes, incalculáveis, números que nunca mais acabaríamos de contar…? Um céu imenso, sem nunca mais acabar…? Cada um de nós pensará certamente uma coisa diferente, precisamente porque o conceito do infinito não tem por base nenhuma experiência sensível.
”Só um amor grande entende os limites que não pode ter para ser grande.(…) É mais do que ave a voar ao longe. É mais do que o mar imenso (…). Razão de que me serve o teu socorro? Há lugares onde se entra e nunca mais se sai. Como se fossem perenidade. Como se o livro de cada um aí se lesse num só olhar”



 DEDICO a: Delfina Pessanha, Kamila Gomes, Raphaela Gomes, Alessandra Gomes, Jeniffer Marques e Thais Rocha.

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